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ESA/Hubble & NASA |
Os momentos finais da estrela,
observados pelo Telescópio Espacial Hubble, formaram a impressionante nebulosa
conhecida como NGC 6565. O material expelido pela morte da estrela expõe seu
interior luminoso e permite que a radiação ultravioleta reaja com gases ao seu
redor em níveis variados, formando as belas cores observadas.
Nebulosas planetárias emitem luz
por até 10 mil anos antes que a estrela principal comece a esfriar e encolher
até se tornar uma anã branca. Quando isso acontece, a luz da estrela diminui
drasticamente e para de reagir com os gases ao redor, fazendo com que a
nebulosa não possa mais ser observada.
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